BLOG DO PALÓ - AVIAÇÃO

19 Junho 2009

 

 

Estas imagens apareceram na internet aquando do acidente do avião da Gol, um Boeing 737-800 que colidiu com um Embraer Legacy 600 no dia 29 de Setembro de 2006 no Brasil, acidente do qual resultou na queda do B738, com a morte de todos os 154 ocupantes e na aterragem de emergência do Legacy na Base Aérea do Cachimbo, no Pará (1).

 

Por essa altura, estas imagens foram associadas a esse acidente, inclusivé a uma máquina fotográfica digital, CASIO Z750, alegadamente (está muito na moda esta palavra) pertencente a um actor brasileiro de nome Paulo G. Muller.

 

Alguém teve a infeliz ideia de colocar de novo isto na Internet, associando-as ao recente acidente da Air France, ao largo de Fernando de Noronha.

 

Oportunismo e sensacionalismo infelizes, a meu ver. Até porque, meu amigos, vê-se bem na foto que o avião em causa tem filas de 3 cadeiras, corredor e outra fila de 3 cadeiras, típico de um avião SFP (Short Field Performance), seja ele Boeing ou não.

 

Para além de que, distingue-se na primeira foto a cauda do  avião já separada do resto da fuselagem, onde se vê o logotipo da companhia que, diga-se de passagem, não é parecido com o da Air France (e muito menos com o da Gol)...

 

Ora um Airbus A330 (e não Boeing A330, como ouvi no noticiário da SIC) é um avião de média/longa distância, de maior capacidade e, consequentemente, mais passageiros. E só para que conste, esta aeronave tem na sua disposição interior, na classe económica, filas de 2 cadeiras, corredor, outra fila de 4 cadeiras, outro corredor e por fim mais uma fila de 2 cadeiras.

 

 

Portanto meus senhores, não nos queiram fazer de parvos.

 

(1) - Mais pormenores aqui.

publicado por Paló às 15:22

17 Junho 2009

Ano e meio depois de ter acabado um cenário feito por mim e por mais amigos e colegas destas lides da simulação de voo, lá decidi colocar o produto na internet de forma a que os demais FS Maníacos possam usufruir.

 

UM ASPECTO DO HOJE FECHADO AERÓDROMO AGOSTINHO NETO (GVAN) NA PONTA DO SOL,

SANTO ANTÃO.

 

Estando o cenário default de Cabo Verde  no Flight Simulator 9 muito mal representado, pobre de realismo e completamente descaracterizado, tudo começou há muitos anos atrás quando o nosso colega António L. Delgado, num momento de muita inspiração, construiu aquilo que chamamos de Cenário foto-realístico do Aeroporto do Sal. Tal cenário imperou durante mais de 10 anos como o único cenário para o FS9 de um aeroporto caboverdeano. A realidade foi retratada neste produto com mestria, chegando a ser espantosa a fidelidade com que Delgado retratou o cenário do Aeroporto Internacional Amílcar Cabral.

 

VISTA AÉREA DO AEROPORTO INT'L AMÍLCAR CABRAL (GVAC)

 

Tempos depois, um alemão apaixonado (não sei se por Cabo Verde ou se pelo FS9), criou um ficheiro que, após instalação, tornava a textura do terreno de Cabo Verde árido e seco, aproximando mais da realidade, uma vez que aquela "verdura" apresentada pelo software da Microsoft, nada tinha a ver conosco.

 

VISTA AÉREA DA CIDADE DA PRAIA

 

Outro colega e amigo, o Arlindo F. e Silva, tendo-se tornado um fã incondicional deste hobby, tratou do cenário dinâmico das ilhas, tendo criado para tal o movimento de tráfego inter-ilhas com os aviões dos TACV e da CABO VERDE EXPRESS, bem como de todos os voos internacionais de e para Cabo Verde.

 

 

ASPECTO DO ATR 72-500 DOS TACV PARCADO EM GVNP (PRAIA)

 

 

 

Em Dezembro de 2007, juntamente com o Hernâni Almeida, o Carlos Ferreira, o Emerson Roberto e o Vic Barros, tratámos então de fazer os cenários dos aeroportos que faltavam, sendo que estes outrios não são foto-realísticos, mas, dentro do fictício, tentam retratar a realidade do aeroporto, as pistas como elas são em comprimento, largura, altitude, os edifícios, emboram não sejam iguais, tentam ter o mesmo volume e cor e estão plantados nas mesmas posições que na realidade.

 

No pacote que coloquei na internet, também se podem encontrar as cartas de navegação usadas em CV.

 

TÍTULO:

CABO VERDE SCENERY V.1.0 ( 53.89Mb)

DESCRIÇÃO:
The most recently Scenery of Cabo Verde Archipelago, with 11 airports (7 curently in use, 3 curently closed and 1 bonus). REMARK: These sceneries are fictitios (original from Paulo de Figueiredo) except photoreal GVAC (Sal Int'l) - original from Ant. Luís Delgado. Also in this file, the mesh by Werner F. Vogt and a REAL AI's file with the national airliner TACV, CABO VERDE EXPRESS and the Varig's 767-300 in code-share with TACV. AIP compiled inclluded.Charts on board too. RW12 LIBRARIES

 

SITE DE ALOJAMENTO:

SIMVIATION

 FLIGHTSIM

 

 

CRÉDITOS


Ideia original: PAULO DE FIGUEIREDO


Autores:

 

PAULO DE FIGUEIREDO (cenários, afcad’s e AI’s)
ANTÓNIO LUIS DELGADO (cenário foto-realístico do Sal)
VICTOR BARROS (afcad’s)
ARLINDO FIGUEIREDO E SILVA (AI’s)


Conselheiros e beta-testers:

 

EMERSON ROBERTO
ARLINDO FIGUEIREDO E SILVA
JUVENAL CABRAL
CARLOS PIRES FERREIRA
HERNANI ALMEIDA

 

publicado por Paló às 14:21

12 Junho 2009

 

 

UMA PERGUNTA:

 

Não seeria de esperar que pusessem esses bicharocos de dezenas de milhões de dólares nos conveses inferiores, de forma a não levarem com a água do mar? Ou será que o salitre não faz mal a estes aparelhos?

publicado por Paló às 16:14

01 Junho 2009

Estava eu muito bem instalado num dos raros assentos onde os meus metro e vinte de perna cabiam à vontade no avião dos TACV quando senti uma coisa a coçar-me na canela esquerda por baixo das calças.

 
Coçou-me... Coçei-lhe, ora bem.
Segundos depois voltei a sentir a mesma coisa. Estranho, pensei eu. Voltei a coçar e estendi as pernas para debaixo do assento do aerogajo que se sentaria à minha frente quando levantássemos voo.
Não senti mais nada.
 
Mas quando o aerogajo sentou-se à minha frente, tive que recolher as pernas. E voltei a sentir "coçerinha". "Isto é bicho!", pensei eu.
Lá fiquei quietinho durante o processo de descolagem, fazendo figas canhota para que não fosse um "sampé" (centopeia) e lembrando-me de um banho fatídico numa casa-de-banho de uma casa onde morei na Achadinha que acabou comigo e mais três sampés no meu corpo.
 
Quando, após a descolagem, foi possível esticar de novo o pernil, assim fiz e deixei-me estar quietinho à espera que se apagassem as luzes do apertar cintos, para então ir ao WC travar conhecimento com o bicho.
 
Minutos depois, olhei casualmente para o chão e reparei num grilo que descia calmamente pelas minhas calças, meias e sapatos.
 
E lá seguiu viagem, o bicho, cabine a cima em direcção ao cockpit.
 
Por mera piada, chamei uma hospedeira e informei que havia um grilo clandestino a bordo.
"Grilo?" perguntou ela. À minha resposta afirmativa, ela indagou onde raio poderia ter entrado um bicho cujas características são essencialmente noctívagas.
Pensei com os meus botões: "Onde? Mas é claro que um colega noctívago reconhece à distância outro colega noctívago..."
publicado por Paló às 04:42

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